Missão Urbana

União Central Brasileira

Dez erros fatais no plantio de Igrejas

Resumo do livro Planting Fast-growing Churches,

de Stephen Gray, por Emilio Abdala

Plantar igrejas lembra os filmes de Indiana Jones. Cada plantio é uma aventura cheia de perigos e surpresas. Indiana sempre está perseguindo um tesouro e nunca sabe das armadilhas que o aguardam na esquina. Apesar disso, ele avança enfrentando cada novo problema de maneira criativa. Em uma cena marcante do terceiro filme, ele se encontra no alto de um penhasco tentando atravessá-lo para o outro lado do precipício. Para cumprir sua missão de encontrar o Santo Graal e salvar seu pai, ele tem de dar o passo da fé sobre o abismo. Felizmente, havia uma ponte escondida que susteve seu peso e serviu de passagem para o outro lado. Plantar igrejas é semelhante a esse momento dramático. Para realizá-lo, você precisa dar o perigoso passo da fé. Plantar igrejas é o ministério mais emocionante, frustrante e recompensador que alguém pode se envolver. É emocionante porque consiste em fazer algo grande para Deus. É frustrante porque irá testar cada área de sua vida. Apenas os que têm nervos de aço e pele dura como Indiana sobrevivem. Em uma pesquisa realizada por Stephen Gray entre igrejas recém plantadas, vários fatores se destacam como determinantes para o sucesso ou fracasso de um empreendimento missionário.[1] Selecionei dez itens que se aplicam ao nosso contexto brasileiro. Minha intenção de resumir os principais pontos de seu livro é revelar ingredientes comuns encontrados na dinâmica do plantio de igrejas. Meu desejo é que as sugestões deste artigo capacitem plantadores, denominações e outras agencias a melhor entender a ciência do plantio de igrejas.

 

1- Má escolha dos líderes

Existem diferentes tipos de líderes e estilos de liderança. Paulo diz: “e Deus colocou na igreja: primeiro apóstolos, segundo profetas, terceiro mestres….”(1 Cor 12:28). Deus deu diferentes dons para realizar diferentes tarefas. Observe como Paulo organizou diferentes estilos de liderança sob diferentes categorias. A igreja possui diferentes líderes, mas a maioria não será chamada para estar na cadeira do motorista. Plantadores de igrejas pertencem a um grupo especial de indivíduos. Se Deus não lhe chamou para ser um plantador, você não terá muito sucesso em suas tentativas nessa área. Você poderá ser um bom líder em outro ministério ou negócios. Dentro da arena do plantio, há alguns com mais habilidades do que outros. Logo, como as características de um plantador afetam sua habilidade de estabelecer uma igreja? Em 1984, Dr. Charles Ridley, professor de psicologia na Universidade de Indiana, conduziu um estudo de plantadores de igrejas envolvendo diferentes denominações. Ele descobriu 13 diferentes características de plantadores:[2]

 

  1. Capacidade de articular a visão
  2. Motivação interna
  3. Relaciona-se bem com pessoas
  4. Cooperação da esposa
  5. Comprometido com o crescimento da igreja
  6. Sensível às necessidades da comunidade
  7. Utiliza os dons de outras pessoas
  8. Flexível e adaptado
  9. Cria coesão no grupo
  10. Exercita a fé

Quanto maior a média do número de questões nesse teste, maior a capacidade de alguém liderar um projeto bem sucedido de plantio de igrejas. Essa descoberta implica que um agencia ou denominação desejosa de plantar igrejas dinâmicas e com o potencial de crescimento deveriam utilizar o teste de Ridley ou qualquer outra avaliação séria.

 

2- Não oferecer treinamento adequado

Nosso treinamento para o trabalho de Cristo deve envolver disciplina e dedicação (1 Co 9:24-27; 2 Tm 2:15; Lc 14:28-31). Deus não nos chamou para sermos descuidados com o preparo para a obra a nós comissionados. Cada denominação que planeja iniciar a tarefa de plantar igrejas precisa priorizar o programa de treinamento designado a preparar o plantador para o campo. A maioria das denominações nunca ousam enviar um missionário para um campo estrangeiro sem adequada preparação. Eles são enviados para centros especiais de treinamento com os melhores professores para serem ensinados sobre a cultura do país, as tradições e assuntos pertinentes ao campo missionário. Muitos missionários passam meses em escolas de idiomas para aprenderem o essencial para se comunicarem. Mas quando são enviados para serem missionários em nosso próprio país, recebem apenas um treinamento de final de semana. Plantar igrejas é muito diferente de pastorear uma igreja estabelecida e requer um conjunto diferente de habilidades. Gray afirma que “seus anos detrás de um púlpito não lhe prepararam para os rigores do plantio de igrejas. Muito do que aprendeu sobre o assunto foi obtido através de muita leitura de alguns mentores.” Os plantadores das igrejas perdedoras, conclui,  geralmente recebem menos treinamento do que os demais das igrejas vencedoras. Dois ou três dias de treinamento não cobrem todos os tópicos necessários para a obra de estabelecer uma nova igreja.

 

3- Não dar liberdade aos pioneiros

Devemos ser inovadores em nossos esforços missionários. A igreja deveria empregar todos os recursos disponíveis para alcançar diferentes gerações: TV, computadores, iPods, Twitters, Facebook, internet e até vídeo game (sic). Nosso desafio em uma denominação é permitir liberdade com certos limites. Controle com limite deve ser esperado dentro de qualquer estrutura. Mas quanta liberdade deveriam ter os evangelistas em suas decisões no processo do plantio? Os plantadores que estão no campo deveriam possuir uma compreensão das necessidades da comunidade e saber como a nova igreja deveria atender a essas necessidades. Por serem eles os olhos e ouvidos da igreja nas ruas, deveriam ter mais liberdade no desenvolvimento do programa evangelístico. Plantadores que lideravam as igrejas que cresciam indicaram que experimentaram maior liberdade em determinar essas escolhas. Quando a entidade financiadora elabora a visão e pede a outro que a realize, as chances dessa igreja estacionar são grandes, porque a visão não nasceu no coração do plantador. Mas quando existe liberdade, aumenta o compromisso pessoal.

 

4- Investimento Desequilibrado

A quantidade de dinheiro utilizado para iniciar uma nova igreja é sempre um tema espinhoso. Plantar igrejas é um empreendimento custoso, e se você não está disposto a investir, melhor nem começar. Plantio de igrejas é semelhante ao investimento de dinheiro no nascimento e desenvolvimento de uma criança. Existem as despesas do enxoval antes que ela nasça, alimento, hospital, roupas e outras que surgem na medida em que ela cresce. Mas você não lhe dá tudo que ela pede para não estragar o filho. E chega a fase em que se espera que ele alcance a maturidade de pagar suas próprias contas.

Se um plantador não leva a igreja a tornar-se independente dentro de três anos, corre-se o risco de ter o seu crescimento comprometido. Dennis Powell estudou as práticas de plantio de igrejas em cinco diferentes denominações. Sua pesquisa revelou que a diferença entre uma igreja que sobrevive e a que cresce está “na quantidade de recursos disponíveis.”[3] De acordo com essa pesquisa, após quatro anos, as igrejas que praticam o ensino bíblico do dízimo experimentam uma audiência média de 120 membros. A prática da mordomia era um fator positivo para as igrejas vencedoras. E a pesquisa ainda indica que uma alta porcentagem das igrejas vencedoras ensinaram a mordomia financeira dentro dos primeiros seis meses de sua existência.

Gray conclui que um período longo de apoio financeiro tem um efeito negativo para o plantio. Um período menor força o plantador a ser agressivo em levar a igreja ao crescimento, levantando fundos adicionais e ensinando a prática bíblica da administração das finanças. Igrejas estacionadas parecem estar em um ou outro extremo: receberam muito ou pouco dinheiro. Parece que dar muito dinheiro a uma nova igreja por períodos maiores de tempo criam uma mentalidade de dependência difícil de superar.

 

5- Fator Estrela Solitária: não dar apoio ao plantador.

Um dos programas favoritos das crianças das décadas de 70-80 era assistir ao seriado do Zorro. Os primeiros seriados do herói mascarado foram lançados na TV, em 1957. Cada episódio terminava com o justiceiro gritando “Aio Silver!” enquanto ele galopava pelas campinas. O cavaleiro solitário se tornou o ícone americano, símbolo do individualismo com que construíram a grande nação. Embora essa figura seja inspiradora, na prática, os solitários, principalmente os plantadores de igrejas são muito susceptíveis à infidelidade, ao esgotamento, à depressão e à pressão que o trabalho impõe. Muitos são enviados para trabalhar sozinhos em locais isolados sem a companhia de um Tonto” (rsrs). Jesus enviou os Seus discípulos em missão em grupos de dois (Mc 6:7). Uma leitura do livro de Atos revela que a Igreja Primitiva também enviava seus missionários em equipes (At 13:2,13). Você já parou para pensar o que teria sido o ministério de Paulo sem Barnabé? Quantos não se lembram do seriado COPS que descrevia  o dia a dia de policiais enviados em grupo de dois? Assim, no ministério, o isolamento é perigoso e desanimador. Ao invés de um plantador empreendedor saindo a iniciar uma nova igreja, por não enviá-los em equipes? Em seu livro Plantando Igrejas Missionais, Ed Stetzer explica que o trabalho em equipe provê: “uma divisão de dons e uma forte base de liderança.”[4] Estudos confirmam esses princípios discutidos aqui. A maioria dos plantadores não apenas tinha um obreiro bíblico pago, mas também carecia de voluntários apoiando o projeto. Deixados em uma ilha espiritual, eles tinham de edificar uma igreja uma igreja sem recursos humanos para os apoiar. Em contraste, os plantadores de igrejas vencedoras geralmente tinham uma equipe que compartilhava a carga do trabalho. Geralmente, ao morar em novas cidades sem amigos, distantes de sua agencia que o apoia, muitos plantadores se sentem isolados e desmotivados. As pressões envolvidas no plantio de uma igreja podem elevar seu sentimento de solidão e levá-lo a um esgotamento mental. Os plantadores que abriram as igrejas ganhadoras sentiram significantemente mais apoio pastoral, acompanhamento do supervisor, comunidade com outros plantadores, e foram mais celebrados pela denominação do que os que lideraram igrejas perdedoras. Essa descoberta indica que a saúde emocional do plantador terá uma influencia sobre os resultados de seu trabalho. Se ele está frustrado e deprimido por falta de apoio e encorajamento, a nova igreja irá sofrer. Espero que essas informações ajudem a repensar a figura do herói solitário na estratégia de plantio de igrejas. Os dados informam que um plantio em equipe cria uma igreja forte, saudável e que cresce. Parece engraçado, mas cada plantador solitário merece um “Tonto.”

 

 

6- Envolver um núcleo pequeno.

O estudo de Dennis Powell revelou que os projetos de plantio de novas igrejas sem um núcleo consistente de crentes geralmente falham. Das 25 igrejas estudadas, cinco não tinham um núcleo de crentes antes da abertura da igreja, e todas as cinco fecharam após cinco anos.[5] Peter Wagner declara que: “se o plano é ter uma igreja com menos de 200 pessoas, a massa crítica poderá ser pequena, entre 25 a 30 adultos. Mas se o plano é estabelecer uma congregação com mais de 200, então esse núcleo é pequeno.”[6] Ou seja, se o grupo inicial é muito pequeno, o trabalho de divulgação boca a boca não criará o excitamento necessário para reunir uma boa audiência.

Em suas pesquisas realizadas com igrejas recém abertas, Gray observou que, das igrejas perdedoras, 69 por cento tinham menos de 25 indivíduos integrantes do núcleo básico de membros antes da noite da abertura. Entre as igrejas vencedoras, 55 por cento tiveram um núcleo entre 26 a 50 indivíduos antes da abertura. Em essência, reunir uma massa crítica antes da abertura é vital para o crescimento da igreja. Plantar igrejas sem um núcleo de pessoas já comprometidas é estratégia arriscada. Trabalhar apenas com pessoas recém convertidas e espiritualmente imaturas é problemático. Uma igreja mãe precisa estar envolvida. E ela precisa estar conscientizada o suficiente para enviar um bom contingente de suas famílias para iniciar outra igreja.

 

 

7- Inaugurar com audiência pequena.

Gray adverte que de todos os problemas que as novas igrejas experimentam, reunir uma multidão é o mais difícil para vencer. De fato, multidões atraem multidões. Pense na última vez que você esteve em uma cidade desconhecida e precisou escolher um restaurante para comer. Parte do seu processo de escolha do local não incluiu a contagem do número de carros no estacionamento do restaurante? Aposto que você disse a sua esposa: “Pelo número de carros neste local, a comida deve ser boa.” Quer você tenha feito isto ou não, pessoas são atraídas pelo tamanho da multidão, não pela fachada da igreja. Os líderes precisam descobrir uma maneira de lotar suas cadeiras e o estacionamento em períodos curtos de tempo.

Pesquisas realizadas nesta área indicaram que 75 por cento das igrejas vencedoras atraíram 100 pessoas ou mais em seu primeiro dia de atividades. As igrejas perdedoras (80%) iniciaram o programa com menos de 100 pessoas na noite de abertura. Os plantadores devem lutar para ter um mínimo de 100 pessoas no primeiro serviço. Se a abertura foi um fiasco, melhor repensar a estratégia e refazer a abertura em outra ocasião. As que iniciam com pouca gente, geralmente permanecem pequenas.

 

8- Usar abordagem unidimensional

Ter ministérios múltiplos funcionando por ocasião da abertura do programa evangelístico é uma necessidade. Qualquer um desejando abrir uma igreja nessa era de múltiplas escolhas e opiniões precisa estar preparado para oferecer às pessoas múltiplos pontos de contatos. É importante ter uma abordagem multidimensional no uso dos pequenos grupos, do evangelismo e de uma diversidade de ministérios por ocasião da abertura e não apenas unidimensional, usando apenas um ou outro. Gray afirma que a maior parte das igrejas vencedoras realizavam reuniões de pequenos grupos antes da abertura da igreja. Isto leva a concluir que a prática dos pequenos grupos é mais proveitosa do que ter serviços prévios de culto antes da abertura oficial ao público externo, ou o início de um programa evangelístico. Além disto, nas igrejas vencedoras, um total de 97 por cento, tinham ministérios para crianças e 48 por cento tinham um programa para adolescentes. A maioria das perdedoras não ofereceram nada mais do que um serviço de adoração para os frequentadores no início do projeto. Assim, as igrejas vencedoras ofereciam mais opções, logo tinham múltiplos pontos de conexão desde o início. A média era de três a quatro oportunidades de ministérios operantes na data de abertura.

 

 

9- Iniciar com uma igreja construída

O local de reuniões é como um hospital onde o nascimento da nova igreja acontece. A localização do seu projeto de plantio determinará o tipo de auditório disponível. Algumas funcionaram com uma existência nômade, mudando-se para novos locais de acordo com a conveniência, tais como escolas, teatros, restaurantes e salões alugados.  As igrejas que mais cresceram preferiram economizar por um período maior de tempo antes de construir edifícios permanentes. Isto permitiu que concentrassem mais energia no evangelismo para aumentar a quantidade de membros. O erro mais comum praticado por aqueles que estão à frente de projetos de implantação de igrejas é a tentativa de construir a igreja antes do esforço em ganhar almas e edificar a igreja numericamente e espiritualmente. Ellen White sugere o momento da construção: Quando se desperta um interesse em qualquer vila ou cidade, esse interesse deve ser atendido. O lugar deve ser cabalmente trabalhado, até que se erga humilde casa de culto como sinal, um monumento do sábado de Deus, uma luz em meio da treva moral.”[7] Por outro lado, estudos revelam também que permanecer numa estrutura temporária por mais de dois anos corre o risco de perder o momento. Especialistas sugerem que a nova igreja deveria iniciar a construção do seu prédio no final do terceiro ano. Uma das fases mais críticas do plantio de igrejas é a aquisição de um terreno e a construção de uma casa de culto.

 

 

10- Plantar a igreja em localização inconveniente

Nem toda comunidade é apropriada para iniciar uma igreja. Em minha experiência, tem sido mais difícil trabalhar em bairros habitados por uma população longamente estabelecida que esteja afiliada a igrejas tradicionais. Por outro lado, bairros de renda muito baixa raramente terão o potencial financeiro para tornar a igreja auto sustentada.

Para selecionar um bom lugar para iniciar uma nova igreja ou para discernir dentre várias comunidades qual deveria ser a primeira a ser penetrada, as seguintes perguntas são básicas[8]: A população é grande o suficiente para suportar uma igreja? A área em consideração está crescendo? Em que direção a cidade está indo? Como a população está distribuída agora e como será dentro de vinte anos? Existem terrenos disponíveis com boa localização e preços razoáveis? Para atender a uma necessidade mais imediata, há auditórios, salões, escolas ou outras instalações? Existe um núcleo de crentes, especialmente maduros, morando na área? Eles estão desejosos de iniciar uma nova igreja e já possuem interessados? Ao investigar a área, você descobriu se há uma igreja mãe, em uma distância máxima de 3-5 km, disposta a apoiar o projeto com orações e recursos? Estas questões o ajudarão a selecionar as áreas mais receptivas para estabelecer o seu projeto.

 

Resumo:

  1. O plantador não apenas deve ser vocacionado para o plantio de uma nova igreja. Ele deve ser selecionado criteriosamente através de avaliações, entrevistas e critérios que levem em consideração a sua experiência e chamado para esta obra especial.
  2. A agencia missionária deve desenvolver um treinamento de qualidade que dure no mínimo uma semana, para prepará-los para a tarefa.
  3. A visão para o plantio da igreja deve vir do coração do plantador e sua equipe. O plantador deve ter a liberdade para escolher o local e a audiência que se quer alcançar e para gastar o dinheiro da maneira como acharem conveniente.
  4. É importante ensinar da prática da mordomia nos primeiros seis meses de existência. O suporte financeiro para o plantio deverá vir de uma combinação da denominação, da igreja mãe e do programa de levantamento de fundos pelo plantador.
  5. Um forte sistema de supervisão deve apoiar o plantador. Ele deve também ter o apoio do pastor local e a comunhão com outros plantadores.
  6. Reúna e treine um número significativo de adultos em seu núcleo de pioneiros antes do início do programa. Qualquer projeto que não tenha pelo menos 20 pessoas em seu núcleo deve reconsiderar a data da abertura.
  7. Planeje um bom programa de marketing visando atrair pelo menos 100 pessoas ou mais em seu primeiro dia de atividades. Os plantadores devem lutar para ter um mínimo de 100 pessoas no primeiro serviço.
  8. Ofereça às pessoas múltiplos pontos de contatos através de uma abordagem multidimensional com pequenos grupos, evangelismo e uma diversidade de ministérios por ocasião da abertura e não apenas unidimensional.
  9. Nos primeiros 2-3 anos, concentre seus recursos no evangelismo para aumentar a quantidade de membros de construir a igreja. Inicie a construção do seu prédio no final do terceiro ano.
  10. A localização do edifício em um local conveniente e acessível pode aumentar a capacidade da congregação em desenvolver sua identidade com a comununidade.

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[1] Stephen Gray. Planting Fast-growing Churches. St Charles, IL: ChurchSmart Resources, 2007.

 

[2] Charles Ridley. The Church Planter’s Assessment Guide (Saint Charles, IL: ChurchSmart Resources, 2002), 1-32.

[3] Dennis Powell. “Church-planting Programs of Similar-Size Denominations in the United States.” (Diss. Assbury Theological Seminary, 2000), 55.

[4] Ed Stetzer. Planting Missional Churches (Nashville, TN: Broadman, 2006), 71.

[5] Powell, p. 54.

[6] C. Peter Wagner. Church Planting for a Greater Harvest, p. 120.

[7] White, Evangelismo, p. 376.

[8] Emilio Abdala, Ministério, Dez 2011.