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Missão Urbana

União Central Brasileira

Seja um estudante missionário

Emilio Abdala

Todos os anos UNASP envia estudantes missionários para vários países na América do Sul, Europa, Oriente Médio e Oceania. Projetos como “Um Ano em Missão” e  “Calebes” enviam milhares de jovens para diferentes lugares, em equipes de missões de curta duração a cada férias. E cada ano, dezenas de jovens se inscrevem no Núcleo de Missões (UNASP) e no programa do Serviço Voluntário Adventista (http://www.adventistas.org/pt/voluntarios/) para servirem em países de todo o mundo. Eles comprometem-se a um termo de serviço que varia de várias semanas até um ano de duração. Solicitações de serviço incluem oportunidades de trabalho como professores, monitores de dormitório, assistentes de escritório, capelães, professores de Inglês como segunda língua em escolas de idiomas operados pela igreja, músicos, trabalhadores de manutenção, bem como posições nas áreas de agricultura, serviços médicos, evangelismo, ministério de jovens e construção.

Desde que Daniel e seus três amigos foram levados de sua terra natal e colocados na corte do rei Nabucodonosor da Babilônia, os estudantes sempre tiveram um papel ativo em ser testemunhas missionárias em culturas estrangeiras. Estudantes geralmente têm o entusiasmo e a liberdade para se movimentar facilmente em outras culturas com o Evangelho. Além disso, como no tempo de Daniel, eles têm habilidades e qualificações educacionais que tornam a sua presença em um país estrangeiro tanto aceitável quanto desejável para a cultura de acolhimento.

Consequentemente, não é de estranhar que muitas das grandes iniciativas missionárias nos últimos cem anos vieram de estudantes. No início do século XVII, sete estudantes de Direito de Lubeck, Alemanha, comprometeram-se com as missões mundiais, enquanto estudavam em Paris. O grande movimento missionário dos Morávios começou nos tempos de estudante do conde Nikolaus Ludwig von Zinzendorf que formou a Ordem do Grão de Semente de Mostarda, que tinha como propósito “levar o evangelho de Cristo para aqueles que no exterior ainda não ouviram a mensagem.”

O movimento missionário em todo o mundo moderno pode ser rastreado até os corações de alguns estudantes que se reuniam para orar pelo evangelismo mundial. Charles Wesley ajudou a formar o “Clube Santo” na Universidade de Oxford em 1726. Este grupo tornou-se envolvido em alcançar os pobres e os presos na Inglaterra. Posteriormente, em 1735, Charles e seu irmão, John, se uniram em um esforço para evangelizar os indígenas americanos na Geórgia, que era uma colônia americana. Era uma continuação de seu desejo de conhecer melhor a Deus que começou em seus dias de estudante em Oxford.

Segundo o historiador George Knight, duas coisas aconteceram em 1874 que mudariam para sempre a cara e a natureza da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Primeiro, a Escola de Battle Creek (fundada em 1872) se tornaria o Colégio de Battle Creek e, segundo, John Andrews foi enviado à Europa como o primeiro missionário oficial. Não foi coincidência que os dois eventos ocorreram no mesmo ano: o colégio era a instituição que preparava os missionários. Não há dúvida que o foco desta escola era missionário.

Para aqueles que querem se envolver, mas não estão certos de como começar, recomendo a leitura do livro Passaporte para a Missão como um excelente recurso que pode ser baixado gratuitamente no site do Serviço Voluntário Adventista. Se você sabe que tipo de projeto deseja participar e o país que gostaria de trabalhar, há uma possibilidade de que isso possa ser arranjado. As atribuições de trabalho do voluntário são compatíveis com o nível de educação, habilidades e talentos do candidato.

Geralmente, após a conclusão do seu tempo de serviço, ao voltar para casa ou para o campus para relatar o impacto que a experiência missionária teve em sua vida, certamente o seu testemunho incentivará outros jovens a ir e fazer o mesmo. O comentário feito pela maioria dos que retornam é: “Eu nunca mais serei a mesma pessoa que era antes do meu serviço de missão”.

Bibliografia. T. Beougher and L. Dorsett, Accounts of a Campus Revival; R. Coleman, The Coming World Revival; D. Howard, Student Power in World Evangelism; D. McKenna, The Coming Great Awakenin